Dezembro 2010
13 postagens
Para chegares a saborear tudo,
não queiras ter gosto em coisa alguma.
Para...
– SÃO JOÃO DA CRUZ, ESCRITOR E POETA MÍSTICO ESPANHOL DO SECULO XVI
( LEIA MAIS SOBRE ESSE GRANDE HOMEM DE DEUS AQUI
Quero aprender a orar ( gerson borges )
Música nova…
Quero aprender a orar ( gerson borges )
Quero aprender a orar
De um modo que minha alma consiga
Ver-se invadida de campos verdes, laranjais
Onde eu me encontre com Deus
E ali me abrigue do medo
Que às vezes vejo invadir
A varanda, a sala, o quarto do meu coração
Quero aprender a orar
Sem pressa em meio à pressa dos homens
Ir no contrário da corrente louca, querer mais
Mais da...
Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra...
– E.Galeano (via nothingmeire)
Flannery O'Connor: sobre a vida
Eugene Peterson ( meu mentor ) cita Flannery O’Connor ( seu mentor ) em Run with the horses:
“A vida é ambígua. Há finais indefinidos. É preciso ter maturidade para conviver com a ambiquidade, o caos, o absurdo e a desorganização. Se nos recursarmos a viver com esse fatores excluiremos algo que pode ser essencial e valioso - os perigos da fé, os mistérios de Deus”.
Música nova :-)
Querer te amar (gerson borges )
“O que eu quero de verdade? Pra mim e pra todo mundo : o encontro real com a pessoa de Jesus Cristo, o encontro com o significado da minha vida . Tudo é em função desse encontro. A esperança humana pra mim tá aí “.
Adélia Prado ( entrevista a Ednei Silvestre, na Globo News, 10/12/2010)
Quero a simplicidade do café com pão
Quero a honestidade do Sim...
Adélia, minha amiga do coração
Na opinião o seu grande fã ( ateu ) Carlos Drummond de Andrade, “Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis”.
Minha amiga do coração
(Quando chega é um verão
Quando fala é um rio marrom
E se canta não perde o tom)
Eu agora estou pensando em ter
Um retrato pequeno de...
Contraste natalino
Prego amanhã em Lc 2.1-7. Que disparidade entre a tocante simplicidade da Manjedoura-berço e as hospedarias lotadas pelo nosso consumismo neurótico, nosso materialismo burro, nosso secularismo midiático.
E ” Ele esvaziou-se a si mesmo(…)humilhou-se a si mesmo “.
Fl 2.1-11, eis meu primeiro Hino neste Natal!